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quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Frases de Mafalda


40 frases de Mafalda que vão nos fazer rir e refletir sobre a vida

Mafalda é a heroína das histórias em quadrinhos escritas e desenhadas pelo cartunista argentino Quino que por décadas e décadas vem contando e comentando o mundo em suas facetas e nuances. As histórias, apresentando uma menina preocupada com a Humanidade e a paz mundial que se rebela com o estado atual do mundo, apareceram de 1964 a 1973, usufruindo de uma altíssima popularidade na América Latina e Europa.


O site Nota Terapia selecionou 40 frases de Mafalda que vão nos fazer rir e refletir sobre a vida. Confira:

“A sopa é para a infância o que o comunismo é para a democracia!”
“Engraçado… Quando eu fecho os olhos o mundo desaparece.”
“Deus, espero que o senhor possa ajudar a melhorar o estado da situação… Ou será que é a situação do Estado?”
“A vontade é a única coisa do mundo que quando esvazia tem que levar uma alfinetada.”
“Tudo serve para alguma coisa, mas nada serve para tudo.”
“O homem é um animal de hábito ou será que de hábito o homem não é um animal?”

“Ás vezes me pergunto se a vida moderna não tem mais de moderna do que de vida.”

“Pobrezinha, fizeram de você um mero capacho para limpar os pés antes de entrar no Universo…”
Mafalda olhando para a Lua.
“E não é que neste mundo tem cada vez mais gente e cada vez menos pessoas?”
“Sopa!”
– Para Mafalda sopa é palavrão.
“Se a vida começa aos 40, por que nascemos com tanta antecedência?”
“Porque que quando colocamos os pés no chão a brincadeira acaba?”
– Mafalda após parar o balanço.



“Não adianta dar um ano novo para eles! Logo já vão quebrando.”
“Se o Fidel dissesse que é boa, todos diriam que a sopa é ruim!”
“O urgente nunca deixa tempo para o importante.”
“O problema da família humana é que todos querem ser o pai.”
“Coitado.”
– Mafalda após ouvir de sua mãe que Deus está em todos os lugares.
“Professora, todo mundo sabe que sua mãe te ama e te mima… Agora, dá para ensinar algo importante?”

“Maquiando os já para parecer o antes.”
– Após ver sua mãe.

“O País todo tá lá fora esperando! O que é que eu digo? Mando sentar?”
“Se é uma questão de títulos, eu sou sua filha. E nos diplomamos no mesmo dia! Ou não?”
“Abaixo a liberdade de imprensa!”
– Após ver uma receita de sopa.

“Já que há mundos mais evoluídos, por que eu tive que nascer justo neste?”
“Eu poderia dizer que metade da população mundial não engordou um grama sequer por não ter o que comer… mas a senhora precisa de um consolo, e não se passar por estúpida!”
– Mafalda após ver sua mãe chorando por estar gorda para o biquíni.
“Boa noite mundo! Boa noite e até amanhã, mas fique de olho! Tem muita gente irresponsável acordada, viu?”
“Ainda bem que o mundo é um lugar bem longe daqui!”
“Este ai só fica comendo tempo e está cada vez mais magro!”
– Falando sobre o calendário.
“Ainda bem que eu acordei. Se há coisa que me deixa com raiva é gastar o inconsciente sonhando besteira.”
“Será que Deus patenteou essa ideia de manicômio redondo?”
“Às vezes vocês não se sentem um tanto indefinidos?”
“E como sempre, é só a pessoa colocar os pés na terra e se acaba a diversão.”
“Parem o mundo que eu quero descer”

“Já que amarmos uns aos outros não está dando certo, porque que a gente não tenta amar os outros aos uns?”

“Por onde tem que empurrar esse país para levá-lo adiante?”
“Não é verdade que todo o tempo passado foi melhor. O que acontecia era que os que estavam na pior ainda não tinham se dado conta.”
“E se ao invés de planejar tanto a gente voasse um pouco mais alto?”
“Uma coisa é um país independente e outra um país in the pendente.”
“Cada Ministério com sua mini histeria.”
“Temos homens de princípios, uma pena que nunca os deixam passar do princípio.”
“Não é que não exista bondade, o que acontece é que está incógnita.”

  
Matéria do site NotaTerapia

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Quando me amei de verdade


Quando me amei de verdade
O maravilhoso poema de Charles Chaplin

Um dos poemas mais famosos de Charles Chaplin, que nos oferece uma fabulosa lição sobre o crescimento pessoal, começa assim: “Quando me amei de verdade, eu realmente entendi que, em qualquer circunstância, diante de qualquer pessoa e situação, eu estava no lugar certo e no momento exato. Foi então que eu pude relaxar. Hoje eu sei que isso tem um nome: autoestima”.

Os historiadores nos dizem que houve um momento no mundo da arte, da ciência e da cultura em que dois nomes brilhavam acima dos outros: Charles Chaplin e Sigmund Freud. Se o primeiro tinha o rosto mais familiar e admirado, o segundo tinha a mente mais brilhante.

“Não devemos ter medo de nos confrontarmos… até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas”.
– Charles Chaplin –


Tal foi a notoriedade de ambos que Hollywood passou muitos anos tentando fazer com que “o pai da psicanálise” participasse de alguma grande produção. Foi em 1925 que o diretor da MGM (Metro-Goldwyn-Mayer), Samuel Goldwyn, chamou Freud para elogiar as suas obras e publicações definindo-o como “o maior especialista do mundo em amor”. Mais tarde, pediu a sua colaboração em uma nova produção: “Marco Antônio e Cleópatra”.

Ele lhe ofereceu uma remuneração acima de cem mil dólares, mas Freud disse “não”. Diante de tantas negativas, as pessoas passaram a acreditar que ele odiava o cinema e toda a indústria cinematográfica. No entanto, em 1931, Sigmund Freud escreveu uma carta a um amigo revelando a sua profunda admiração por alguém que ele chamou de “gênio”. Alguém que em sua opinião mostrava ao mundo a transparência admirável e inspiradora do ser humano: Charles Chaplin.

Nessa carta, Freud analisou superficialmente o que Chaplin transmitia em todos os seus filmes: alguém de origem muito humilde, alguém que viveu uma infância difícil e que, apesar de tudo, prosseguia na sua maturidade com valores muito definidos. Não importavam as dificuldades que vivia diariamente, Chaplin sempre manteve um coração humilde. Assim, apesar das adversidades e obstáculos de uma sociedade complexa e desigual, sempre resolvia os seus problemas através do amor.

Nós não sabemos se Freud estava certo ou errado na sua análise, mas era o que Chaplin nos mostrava nos seus filmes e especialmente nos seus poemas: verdadeiras lições de sabedoria e crescimento pessoal.

Charles Chaplin: o homem por trás do poema

Dizem que Charles Chaplin escreveu este poema, “Quando me amei de verdade”, quando tinha 70 anos de idade. Alguns dizem que não é da sua autoria, mas sim uma adaptação livre de um parágrafo que aparece no livro de Kim e Alison McMillen “Quando eu me amei de verdade”. Seja como for, este não é o único texto de Chaplin que utiliza argumentos tão bonitos, requintados e enriquecedores sobre o poder e o valor da nossa mente.

Na verdade, também temos o poema “Vida”, onde ele nos diz, entre outras coisas, que o mundo pertence a aqueles que se atrevem, que viver não é simplesmente passar pela vida, mas lutar, sentir, experimentar, amar com determinação. Portanto, realmente não importa se este poema é uma adaptação de outro já existente ou se saiu da mente e do coração desse gênio icônico que nos cativou com o seu jeito de caminhar, seu bigode e sua bengala.

Carlitos, aquele personagem desengonçado, um vagabundo solitário, poeta e sonhador sempre em busca de uma diversão ou uma aventura, tinha uma mente muito lúcida: um homem com ideias muito claras sobre o que queria transmitir. E o que ele nos mostrou nas suas produções integra-se perfeitamente em cada uma das palavras desse poema. Na verdade, ele contou nas suas memórias que cada uma das características que constituíam a fantasia do seu personagem tinha um significado:

As suas calças eram um desafio para as crenças sociais.
O chapéu e a bengala tentavam mostrá-lo como alguém digno.
O seu pequeno bigode era uma demonstração de vaidade.
As suas botas representavam os obstáculos que enfrentamos todos os dias no nosso caminho.


Charles Chaplin sempre tentou nos conscientizar através da inocência do seu personagem, nos fazer acordar para entendermos os complexos paradoxos do nosso mundo. Um lugar onde apenas nossas forças humanas e psicológicas poderiam enfrentar a insensatez, a desigualdade, a presença do mal. Algo que vimos sem dúvida em “O Grande Ditador”, em que ele nos convidava a nos conectarmos muito mais com nós mesmos e com os outros seres humanos, defendendo os nossos direitos e os direitos do nosso planeta.

Até hoje, e isso não podemos negar, o legado de Chaplin não se desfez; sempre será necessário e indispensável. Porque as lições transmitidas através da tragicomédia são aquelas que mais nos fazem pensar, e poemas como “Quando eu me amei de verdade” são presentes para o coração, convites diretos para melhorarmos como pessoas.

Quando me amei de verdade, Charles Chaplin

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância eu estava no lugar correto e no momento preciso. E então, consegui relaxar. Hoje sei que isso tem nome… Autoestima.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha angústia e o meu sofrimento emocional não são mais que sinais de que estou agindo contra as minhas próprias verdades. Hoje sei que isso é… Autenticidade.

Quando me amei de verdade, deixei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a perceber que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje sei que isso se chama… Maturidade.

Quando me amei de verdade, compreendi por que é ofensivo forçar uma situação ou uma pessoa só para alcançar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou que a pessoa (talvez eu mesmo) não está preparada. Hoje sei que isso se chama… Respeito.

Quando me amei de verdade, me libertei de tudo que não é saudável: pessoas e situações, tudo e qualquer coisa que me empurrasse para baixo. No início a minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que isso se chama… Amor por si mesmo.


Quando me amei de verdade, deixei de me preocupar por não ter tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os megaprojetos do futuro. Hoje faço o que acho correto, o que eu gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é… Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos. Assim descobri a… Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. E isso se chama… Plenitude.

Quando me amei de verdade, compreendi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, é uma aliada valiosa. E isso é… Saber viver!

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Resenha - O Príncipe


O PRÍNCIPE
 


Esse trabalho consta de uma resenha critica da obra o Príncipe de Nicolau Maquiavel. Um livro para governantes, Em que o autor aconselha em como manter seu governo de forma mais eficiente possível.
Maquiavel define o Estado como o Principado, declarando que o estado seria na verdade os governos que tinham poder sobre a humanidade. Os principados passados de Gerações para gerações tem menos dificuldades em reger suas leis e as pôr em prática seus reinados, Pois, permanecem sobre eles os costumes já existentes nas gerações passadas. Ressalta ainda que todo o governante elegido pelo Estado deveria procurara apoio de seu povo criando um vínculo entre ambos. Em que a na visão de Maquiavel todo o líder deve buscar o apoio de seu povo e não ficar contra eles.
 Ao assumir o poder se dever cometer todas as crueldades de uma só vez, para não ter quer voltar a elas todos os dias. Os benefícios devem ser oferecidos gradualmente, para que possam ser mais bem apreciados. O autor cita três formas de conseguir o poder, a primeira o indivíduo torna-se príncipe através de suas virtudes; a segunda através de conquistas pelo poder e a terceira através de atos malvados.
Nicolau define os príncipes que podem governar por si mesmo como os príncipes que podem governar-se por si mesmo, ou seja, por abundância de homens ou dinheiro, são capazes de formar um exército bem proporcionado e travar batalha com quem quer que o ataque. Definem os que têm sempre necessidade de outrem como os que não podem enfrentar o inimigo em campanha, mas precisam refugiar-se em muros e defendê-los.
Com isso, diariamente a sociedade de modo global se depara em situações que precisa tomar decisões individuais, procurar ajuda ou o que de fato realmente mais acontece precisa mostrar poder, se destacar profissionalmente.
Nessa perspectiva, percebe-se que ficou claro que as ideias de Maquiavel não preservavam a ética e a moral de um governante ou príncipe, o poder e o respeito do povo deveriam ser almejados a qualquer custo mesmo que tivesse que deixar as aparências acobertarem os caminhos necessários para o resultado almejado.
Maquiavel defender a forma que o Príncipe conquista a confiança e o amor do seu povo, pois, nada torna um príncipe tão estimado quando realizar grandes empreendimento e dar de si raros exemplos. Maquiavel e favorável a essa método, pois é um método usado pelos antigos.                                   
Maquiavel era um defensor do seu Estado e foi muito criativo por suas ideias descritas no livro; Defendia uma república voltada para a ditadura, onde se usavam táticas severas. Na verdade o que o livro mostra é que Maquiavel queria transformar seu País em um Estado poderoso se igualando aos demais.
Em vários capítulos o autor descreve alguns principados, onde, no principado civil o Príncipe pode ser qualquer pessoa, desde que tenha o apoio do povo e das classes dominantes. É notório também no livro o destaque dos principados civil e eclesiástico. No civil o cidadão comum pode ser príncipe de sua nação pelo apoio dos compatrícios do povo e dos nobres.
            Fica claro na obra que para Maquiavel um governante deveria fazer qualquer coisa para atingir seus objetivos, pois era o ponto de partida para o ser humano determinar seu próprio destino. Entretanto, Maquiavel queria tornar seu país um Estado forte como os demais.
            A sociedade vê Maquiavel como um homem cruel, maldoso, mas o que poucas pessoas encaram é a genialidade do teórico italiano na articulação do conceito moderno de Estado, bem como na formulação de modos eficientes para administrar e manter um principado. O Príncipe é muito mais do que um punhado de palavras orientadoras sobre como ter sucesso na conquista e manutenção do poder. É o pano de fundo proposto por alguém que soube usar com excelência a teoria, associando-a a ideias práticas.
 

REFERÊNCIAS

MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. Editora Martin Claret: São Paulo, 2006.