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sexta-feira, 22 de junho de 2018

Claude Monet


Claude Monet, pintor impressionista francês, é considerado um dos mais importantes artistas do impressionismo.



O termo “Impressionismo” surgiu devido sua obra “Impressão, nascer do sol”, de 1872.



Isso porque na I Exposição Impressionista realizada no ano de 1874, em Paris, o grupo de artistas foi chamado pejorativamente pelos críticos de “impressionistas”.

Impressão, nascer do sol, 1872

Na imagem Soleil Lévant (Nascer do sol), é a mais célebre e importante obra de Claude Monet. Representa o nascer da manhã no porto de Havre, com uma névoa cerrada sobre o estaleiro e os barcos e as chaminés ao fundo da composição. O título da obra acaba por denominar o grupo dos pintores impressionistas. O termo impressionismo surgiu quando foi feita uma crítica a esta tela pelo pintor e escritor Louis Leroy: "Impressão, nascer do Sol” – eu bem o sabia! Pensava eu, justamente, se estou impressionado é porque há lá uma impressão. E que liberdade, que suavidade de pincel! Um papel de parede é mais elaborado que esta cena marinha." A expressão foi usada originalmente de forma pejorativa, mas Monet e os seus colegas adotaram a designação  de Impressionistas.



Monet e seus amigos pintores pegaram da palavra e a adotaram para batizar a revolução que faziam na arte da pintura. Nascia o Impressionismo.



Fontes: http://www.marmottan.fr/

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Uma breve reflexão sobre o celular


por Zhé Lopes
 
Celular... do inglês “mobile phone” – telefone móvel, foi criado para um fim. E hoje é utilizado para dezenas de outros.

Me lembro da época em que ele era usado para ligações. Há 10 anos, as pessoas que tinham celulares eram os “ricos”. A ostentação daquele tempo, era pendurar o seu super tijolo, digo, celular na cintura ou acondicioná-lo em uma “pochete”.

Ter a oportunidade de falar através de um destes, não tinha preço.

Depois disso, a tecnologia, como de praxe, desenvolveu aparelhos cada vez menores e mais eficientes. Deixando o então “tijolar” defasado.

Antes do zap-zap, que para muitos é o melhor sistema de troca de mensagens, existiu o bipe ou pager. Era um aparelho para troca de mensagens rápidas.

Desde quando não percebemos, as coisas surgem e se proliferam muito rápido. De uma hora para outra o que era “in” se transforma em “out”.

Hoje os aparelhos mais utilizados são os chamados Smart Phones – telefones inteligentes. E é isso que eles realmente são. Com sua infinidade de funções. Cada dia uma novidade!

Confesso que uso o meu celular [telefone] para tudo, o menos possível, para fazer ligações. É engraçado neste aspecto, pois hoje quando fazemos aniversário, ao invés de muitas ligações, o que mais recebemos são felicitações em nosso Facebook. Sem contar pelas demais redes sociais existentes em nossos celulares que nos afastam do real sentido da relação física social.

Por causa da fixação e vício que o celular causa, as pessoas não andam mais olhando para frente ou para os lados. Olham para baixo... Quando você entra em qualquer ambiente, seja fechado ou aberto, você não vê os olhos das pessoas, mas sim suas cabeças encurvadas, com os olhos fitos nos seus celulares, ou para alguns, em seus próprios mundos. Todos presos em seus próprios interesses. Presos num mundo de fantasias chamado REDE SOCIAL.

[Não falo aqui como alguém que não faz parte deste grupo, pois por exemplo, ao invés de escrever em folhas de papel, uso o bloco de notas do celular e se por acaso fico sem ele, estou condicionado a não conseguir exteriorizar minhas ideias e pensamentos...]

Hoje podemos ouvir músicas, rádios, utilizar a internet, jogar jogos, uma infinidade de aplicativos... E fazer ligações. Mas como eu mesmo já confessei acima, a funcionalidade inicial não é mais o atrativo principal.

Chego a conclusão hoje, que um celular sem redes sociais não serve para mais nada.

Findo assim este conto que não vale nem um conto. Findo agora essa história que não é história. É a verdade nua e crua. Tão virtual, mas real.
Zhé Lopes

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Refletindo...

"Do rio que tudo arrasta se diz que é violento. Mas ninguém diz violentas as margens que o comprimem".
(Bertolt Brecht)
Imagem: Riverman - Seurat Georges 1884

terça-feira, 19 de junho de 2018

Dicas de Redação


A introdução precisa de atenção e organização, para que ela direcione o leitor quanto ao seu raciocínio, além de não se esquecer dos aspectos essenciais para a sua construção.
Veja as dicas abaixo:

A INTRODUÇÃO DEVE CONTEXTUALIZAR O TEMA NA ÍNTEGRA: Seja esclarecedor. Não parta do pressuposto de o que leitor teve acesso aos textos motivadores como você. Se ele não souber nem mesmo o tema, deverá descobrir por meio da sua introdução. Portanto, não seja vago, subjetivo.
A INTRODUÇÃO DEVE CONTER, OBRIGATORIAMENTE, UMA TESE: A tese representa o seu ponto de vista sobre o assunto a ser discutido. Ela deve indicar a problematização que você fará a respeito do tema. Esquecer da tese é considerado um erro grave e compromete significativamente a sua nota.
SEJA OBJETIVO: É importante ressaltar que você não deve, ainda, desenvolver suas ideias, pois essa parte virá depois. Pense na introdução como um roteiro para os próximos parágrafos.
A INTRODUÇÃO DEVE TER 5 OU 6 LINHAS: É preciso ser breve, mas não deixe a introdução incompleta, portanto, organize-se, tendo em vista todos os detalhes que precisam estar no parágrafo. Nunca faça parágrafo frasal, que é aquele composto por apenas um período.
SELECIONE O QUE COLOCAR NA INTRODUÇÃO: Lembre-se de que todas as informações devem ser retomadas, mesmo que de forma breve, em algum momento do texto, já que fazem parte da composição geral e não podem ficar como “pontas soltas” na redação. Além disso, pondere bem se a informação é apropriada para a introdução ou se poderia ser encaixada em algum outro momento do texto, como argumento, por exemplo.

Uma das formas de elaborar um bom parágrafo de desenvolvimento é seguindo estes 3 passos básicos:

Apresentação de um tópico frasal: tópico frasal é a ideia central do seu argumento, aquilo que você acredita ser a situação-problema relacionada ao tema e que será o foco de discussão do parágrafo. Geralmente é apresentado por uma frase breve que sintetiza o seu pensamento sobre a situação. Pode ser elaborado como uma afirmação, uma comparação ou uma referência histórica, por exemplo.
Fundamentação da ideia: depois de apresentar a situação-problema, você deve comprovar a ideia. Procure responder às seguintes questões: por que tal problema acontece? Como acontece? Há exemplos, dados ou reflexões teóricas a respeito? Essas informações devem aparecer e denotam credibilidade ao que você afirma.
Fechamento da ideia: trata-se de retomar, reafirmar o tópico frasal, com o propósito de indicar que o seu ponto de vista foi válido e, portanto, claramente fundamentado por meio das respostas as questões citadas anteriormente.

Para a proposta de intervenção (conclusão) Pense: é possível que essa proposta aconteça?

A proposta deve estar completa, ou seja:
APRESENTAR OS AGENTES: quem será responsabilizado pela proposta?
APRESENTAR OS MEIOS: de que forma a proposta entrará em vigor?
APRESENTAR OS PROPÓSITOS: qual será o resultado final desta proposta?

Tudo o que for problematizado na argumentação deve ser resolvido ao final. Portanto, o número de propostas é variável de acordo com o que for apresentado por você. É preciso bom senso, pois o espaço é limitado e as ideias devem ser bem desenvolvidas, não simplesmente “jogadas” no texto. Problemas não resolvidos ou intervenções para uma situação não apresentada anteriormente serão penalizadas.
É importante dividir as responsabilidades e não culpabilizar exclusivamente o governo. Apresente uma intervenção social. Qual é o papel da sociedade frente ao problema? Seja consciente.
Procure aprofundar seu conhecimento sobre os vários órgãos governamentais e suas funções, para designá-los de forma direcionada: Governo, ONGs, Mídia, Indivíduo, Família, Escola e Sociedade.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Dicas para Produção textual


Há inúmeras formas de iniciar o texto, e cabe a você, portanto, escolher a mais adequada ao seu estilo de escrita e argumentação. Observe, a seguir, alguns tipos de introdução e suas especificidades:

ALGUNS TIPOS DE INTRODUÇÃO E SUAS ESPECIFICIDADES

CITAÇÃO – Você pode iniciar o texto com uma citação relevante relacionada ao tema.

DEFINIÇÃO – Esta é uma forma simples e interessante de iniciar o texto: definindo, ou seja, explicando o assunto.

EXEMPLIFICAÇÃO – Neste caso, você inicia o texto com algum dado estatístico, uma notícia, lei ou conhecimento de mundo que diz respeito ao tema.

ALUSÃO HISTÓRICA – Neste modelo de introdução, você apresenta um fato histórico que remete ao tema e compara-o à discussão na atualidade. O Enem cobra do aluno a capacidade de demonstrar conhecimentos de mundo e um bom repertório sociocultural, fazendo desta alternativa uma boa forma de dar credibilidade à sua argumentação.

AFIRMATIVA – Neste caso, você faz uma espécie de declaração sobre o assunto logo no início, com uma frase de impacto, mas que não seja exagerada. O objetivo é chamar a atenção do leitor, por exemplo, com uma afirmação crítica.

COMPARATIVA – Neste modelo de introdução, você pode comparar o tema com algo semelhante ou oposto ao que se discute.


ALGUNS TIPOS DE CONCLUSÃO E SUAS ESPECIFICIDADES

SINTETIZE SEUS ARGUMENTOS: Levando em consideração que nesse momento do texto você precisa apresentar uma solução para o problema que foi levantado ao decorrer do texto. Mas, cuidado! Antes de apresentar a solução do problema, o ideal é que você comece a conclusão fazendo um resumo do que foi visto anteriormente.

EVITE REPETIR IDEIAS ESCRITAS ANTERIORMENTE: antes de começar a escrever a conclusão, o aluno leia tudo o que é escreveu até o momento com bastante atenção. Isso vai te ajudar a organizar as ideias, conseguir visualizar todos os pontos que você escolheu abordar ao longo do texto e assim fica mais se posicionar diante da releitura. Além disso, isso vai te ajudar a não repetir as ideias que já foram apresentadas anteriormente.

RESPEITE OS DIREITOS HUMANOS E O GOVERNO: Você deve tomar cuidado com dois elementos na hora de produzir a sua redação: as questões que envolvem os direitos humanos e o Governo Federal do Brasil. No primeiro caso, preste atenção para não concordar com situações que infrinjam os direitos humanos. Isso pode fazer com os avaliadores descontem pontos de você na hora da correção. No segundo caso, lembre-se que a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é aplicada pelo próprio Governo. Então, fique sempre atento quando tiver que opinar sobre as questões que envolvam o Governo.

NÃO ESCREVA NOVOS ARGUMENTOS: O nome já diz tudo: conclusão. Ou seja, esse é o momento de concluir, finalizar o seu texto. Não traga novos argumentos para o texto. Tenha em mente sempre que esse é um momento de concluir a ideia, se posicionar perante o assunto e sugerir algo para resolver o problema. Em outras palavras, não faça novos levantamentos.