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quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

Casimiro de Abreu - Meus oito anos

Um poema por dia...

Casimiro de Abreu (Casimiro José Marques de Abreu), poeta, nasceu em Barra de São João (distrito da cidade com o seu nome), RJ, em 4 de Janeiro de 1839, e faleceu em Casimiro de Abreu, RJ, em 18 de Outubro de 1860. É o patrono da cadeira n. 6 da Academia Brasileira de Letras, por escolha do fundador Teixeira de Melo.

 

terça-feira, 18 de janeiro de 2022

A Pedra de Ingá

Localizada no Brasil, é uma maravilha arqueológica mundial. Tem mais de 6 mil anos e centenas de símbolos enigmáticos.

Cientistas de todo o mundo tentaram decifrá-la sem sucesso, a única coisa que se conhece é que possui caracteres egípcios, fenícios, sumérios também semelhantes ao rongorongo da Ilha de Páscoa e principalmente símbolos da linguagem nostrática, o mais antigo e raro da humanidade.

Na pedra aparece a constelação de Órion, a via láctea, mensagens de um desastre mundial que virá no futuro, métodos para abrir portas mentais e viajar para mundos dimensionais, fórmulas matemáticas, equações e muitas outras coisas impactantes.

Quem deixou escrito há 6 mil anos tal conhecimento nesta pedra? Como é possível que eles soubessem tudo isso no passado?

A Pedra de Ingá é um monumento arqueológico, identificado como "itacoatiara", constituído por um terreno rochoso que possui inscrições rupestres entalhadas na rocha, localizado no município brasileiro de Ingá no estado da Paraíba.

O termo "itacoatiara" vem da língua tupi: itá ("pedra") e kûatiara ("riscada" ou "pintada"). De acordo com a tradição, quando os indígenas potiguaras, que habitavam a região, foram indagados pelos colonizadores europeus sobre o que significavam os sinais inscritos na rocha, usaram esse termo para se referir aos mesmos.

A formação rochosa em gnaisse cobre uma área de cerca de 250 m². No seu conjunto principal, um paredão vertical de 50 metros de comprimento por 3 metros de altura, e nas áreas adjacentes, há inúmeras inscrições cujos significados ainda são desconhecidos. Neste conjunto estão entalhadas figuras diversas, que sugerem a representação de animais, frutas, humanos e constelações como a de Órion.

O sítio arqueológico fica a 109 km de João Pessoa e a 38 km de Campina Grande. O acesso ao local se dá pela BR 230, onde há uma entrada para a PB 90, na qual após percorrer 4,5 km chega-se ao núcleo urbano de Ingá.

Atravessando a avenida principal da cidade, percorrem-se mais 5 km por estrada asfaltada até se chegar ao Sítio Arqueológico da Pedra do Ingá. No local há um prédio de apoio aos visitantes e as instalações de um museu de História Natural, com vários fósseis e utensílios líticos encontrados na região onde hoje fica a cidade.

O sítio arqueológico está numa área, outrora privada, que foi doada ao Governo Federal e posteriormente tombada como Monumento Nacional pelo extinto Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (atual IPHAN), a 30 de novembro de 1944.

Via: Ufologia e Ciências

 

sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

Luis de Camões - Sonetos

O amor não tem limites, vai além da vida. Depois de sete anos de trabalho, Jacob diz a Labão, pai de Raquel: "Mais servira, se não fora / Para tão longo amor tão curta a vida!". O seu amor transcendia o plano histórico em que ele vivia e projetava-se para uma zona ideal, indiferente à astúcia e à malícia de Labão. Jacob teria a sua amada custasse o que custasse, pois o sentimento não era de carne, mas do espírito. Ele vivia somente pelo amor. A servidão podia atingir-lhe o corpo, mas nunca a alma, pois ela gozava de plenitude em razão do sentimento que o ligava a Raquel. Jacob servia a ela, a si próprio ou ao Amor, não a Labão, por isso servia destemido e contente.

Este poema de Camões trata de um assunto de inspiração bíblica, embora Jacob se sacrifique devido ao amor por Raquel. Este amor acaba por se enquadrar no que se considera ser o alto amor, o amor verdadeiro, sublime, que subsiste platonicamente durante catorze anos.

Vejamos, então, a história bíblica que está presente no soneto: Labão enganou Jacob, fazendo-o trabalhar para ele durante sete anos. Prometera-lhe o casamento com uma das filhas, mas deu a Jacob a mão da filha mais velha, Lia. Jacob persistiu e, para ter Raquel, acordou com o tio que teria de trabalhar mais sete anos, sem qualquer remuneração. Tendo trabalhado, assim, durante catorze anos por amor.

 

É o valor do amor a mensagem bíblica fundamental, que serve esta parábola, tal como o valor da persistência.

 
 

terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Fernando Pessoa - Não sei quantas almas tenho

Um poema por dia...

 

No poema “Não sei quantas almas tenho” o poeta reflete acerca de si próprio, tentando responder à questão “Quem sou eu?”.