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sexta-feira, 20 de maio de 2016

Educar é viver!!



Ser Pedagogo não é apenas ser Professor, Mestre, Tia, Coordenadora, Supervisora, Orientadora, Dona de escola. É mais do que isso, é ser responsável. Ser Pedagogo é ser valente, pois sabemos das dificuldades que se encontra nesta profissão no dia a dia. Ser Pedagogo é saber conhecer seu caminho, sua meta, e saber atingir seus objetivos. Ser Pedagogo é saber lidar com o diferente, sem preconceitos, sem distinção de cor, raça, sexo ou religião.

Ser Pedagogo é ter uma responsabilidade muito grande nas mãos. Talvez até mesmo o futuro…

Nas mãos de um Pedagogo concentra-se o futuro de muitos médicos, dentistas, farmacêuticos, engenheiros, advogados, jornalistas, publicitários ou qualquer outra profissão…
Ser Pedagogo é ser responsável pela vida, pelo caminho de cada um destes profissionais que hoje na faculdade e na sociedade nem se quer lembram que um dia passaram pelas mãos de um Pedagogo.

Ser Pedagogo é ser mais que profissional, é ser alguém que acredita na sociedade, no mundo, na vida.

Reposição de aulas ou de aprendizagem?



Júlio Furtado
Professor e Escritor
             Pais e alunos de Brasília estão denunciando que os professores não estão repondo as aulas perdidas durante a greve que ocorreu entre outubro e novembro de 2015. As escolas e o sindicato dos professores dizem que as aulas foram repostas, mas há casos em que em quatro sábados de aula pela manhã ou pela tarde, a escola deu por repostos dezenove dias de aulas perdidos. A elaboração do calendário de reposição das aulas ficou a cargo das escolas já que, em algumas, somente alguns professores fizeram greve, o que torna o problema ainda mais complicado.

            Essa questão traz à tona uma reflexão essencial: o que deve ser reposto são dias de aula ou de aprendizagens? Penso que a reposição deve ser de aprendizagens e não de dias de aula. Primeiro, porque no retorno às aulas, após uma greve, são necessárias algumas aulas de revisão para reaquecer as turbinas e seguir em frente. O processo de aprendizagem não é linear e nem instantâneo e, por causa disso, exige tempo para ser retomado após uma interrupção.

            Em segundo lugar, a aprendizagem não é proporcional aos dias de aula e, por isso, não pode ser tratada de forma simplesmente matemática. Essa desproporção tende a aumentar quando esses dias de reposição são nos finais de semana ou no período de recesso escolar. A predisposição e a motivação dos alunos para aprender (e a dos professores para ensinar) é bem menor quando se tem que ter aulas nos sábados e nas férias. Se queremos de fato repor aprendizagens, isso precisa ser levado em conta.

            A terceira reflexão diz respeito ao baixo nível das aprendizagens que, em média ocorre em nossas escolas. Numa escola que, em média, não garante mais do que vinte por cento do que os alunos deveriam aprender em duzentos dias letivos, o que eles deixaram de aprender em dezenove dias?

            Acredito que a melhor solução seria, com exceção das séries terminais, redimensionar todo o período letivo seguinte. Ao invés de exatos dias perdidos compensados através de subterfúgios “para inglês ver”, a escola deveria avaliar formativamente e fazer um replanejamento do próximo período letivo, ampliando e dinamizando o currículo para que todos aprendam não somente o que deixaram de aprender durante a greve, mas o que deveriam ter aprendido mesmo se a greve não ocorresse.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Dia nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes

 

Por todo o país, no dia 18 de Maio será o momento de uma série de atos e manifestações públicas lembrando o Dia Nacional do Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A data, criada em 2000, tem o objetivo de estimular e encorajar as pessoas a denunciarem/revelarem situações de violência sexual, bem como criar possibilidades e incentivos para implantação e implementação de ações de políticas públicas capazes de fazer o enfrentamento dessa violação.

A escolha da data se refere a 18 de maio de 1973, quando Araceli Cabrera Sanches, uma menina de oito anos, foi sequestrada, drogada, espancada, estuprada e morta em Vitória (ES) por membros de uma tradicional família capixaba. Apesar de diversas pessoas terem testemunhado o crime, não houve denúncia e o caso ficou impune.

Sugestão de vídeos para serem trabalhados em sala de aula

Quebrando o Silêncio
 
 
Caroline Arcari - Pipo e Fifi

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Profissionais que merecem nossa homenagem



16 de Maio – Dia do Gari Profissional que merece todas as nossas Homenagens

 Por Ruzel Costa

 Origem da Palavra


O termo Gari começou a ser utilizado para denominar os homens que atuavam na coleta de lixo, na época do Brasil Império e fazia referência a Pedro Aleixo Gary, empresário francês, contratado pela Corte Brasileira para organizar o serviço de limpeza na cidade do Rio de Janeiro em 1876. Com o tempo, os funcionários que trabalhavam para Pedro Aleixo ficaram conhecidos como a “Turma do Gari” ou simplesmente, Garis.



No Brasil, os garis são os valorosos profissionais da limpeza que recolhem o lixo das residências, indústrias e edifícios comerciais e residenciais, além de varrer ruas, praças e parques.


Data em que ainda não há uma legislação federal, mas é lembrada em centenas de municípios brasileiros. Existem na Câmara Federal projetos para oficializar o 16 de maio como o dia Nacional do Gari. A aprovação de um desses projetos seria uma justa homenagem aos milhares de trabalhadores que apesar serem tão comuns nas áreas urbanas, passam muitas vezes despercebidos, sofrem preconceitos, indiferenças e até humilhações, apesar de tão necessários.



O Dia do Gari



Foi instituído, através da Lei 212, de 31/10/1962, sancionada pelo então Governador do Estado da Guanabara, Carlos Lacerda. A primeira comemoração ocorreu em 16 de maio de 1963. A decisão visava prestar reconhecimento à árdua, perigosa e difícil missão daqueles que integram o Departamento de Limpeza Urbana. A partir de então muitos municípios ou estados aprovaram leis criando a merecida Data.

Existem na Câmara Federal projetos para oficializar o dia 16 de maio como o dia Nacional do Gari. A aprovação de um desses projetos seria uma justa homenagem aos milhares de trabalhadores que apesar de serem tão comuns nas áreas urbanas, passam muitas vezes despercebidos, sofrem preconceitos, indiferenças e até humilhações, apesar de tão necessários.

A importância dos profissionais

Na edição do Jornal do Brasil – Rio de Janeiro de 11 de março de 2014 confirma “A paralisação do trabalho dos garis evidenciou a importância destes trabalhadores para garantia da saúde pública, bem estar da população e para a imagem da ‘Cidade Maravilhosa’”.

Os profissionais da limpeza reclamam

“Muitas vezes falta educação e colaboração da população na hora de jogar o lixo, como também a falta de lixeiras e a sociedade ainda discrimina a categoria, principalmente quando estamos uniformizados e que a sociedade parasse de olhar o gari como o próprio lixo, pois, se sairmos com uma roupa diferente ninguém perceberia que trabalhamos como garis, somos iguais sem diferenças”.

Relatos
A estudante  Isabel Carvalho de 09 anos, do Ensino Fundamental, moradora  da cidade de Manaus comentou:

“O gari é aquela pessoa que limpa as ruas, ele deixa a natureza limpa. O trabalho do gari é importante porque sem ele, ninguém ia limpar as ruas e tudo seria só lixo. É importante homenagear o gari, pois, é como se ele limpasse o mundo.”

A acadêmica do Curso de Pedagogia Edilene Ferreira Gomes comentou “A profissão de gari é uma das profissões mais difíceis do mundo principalmente no Brasil, por ser um País sujo, as pessoas não tem conscientização e nem respeito com o Meio Ambiente, e devido a isso acaba sobrando para o gari limpar toda a imundície da cidade.

O gari se torna invisível na sociedade, mesmo sendo um dos profissionais que mais trabalha em prol dela.

Esse profissional deve ser mais valorizado por parte da sociedade e também do governo. Eles não devem ser chamados de “lixeiros, sua profissão é GARI”.

Parabéns e Respeito aos profissionais da limpeza!

Professor Ruzel Costa leciona na Faculdade Faro, Colégio Objetivo, 
Escola Madeira-Mamoré  em Porto Velho-RO 
Fonte: Ruzel Costa