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sábado, 3 de fevereiro de 2018

Animação "The Present" (O presente)


“O presente”, um emocionante curta animado, ganhador 
de mais de 50 prêmios, baseado na HQ 
do brasileiro Fabio Coala

The Present (O presente) conta a história de um garoto, agarrado aos vídeo-games, que recebe como presente um cachorrinho que não tem uma perna. Primeiro, os dois não se entendem, o menino rejeita o pequeno animal pela sua deficiência física. Até que a empatia surge e o final é uma história de amizade e superação.


“The Present” é baseado e adaptado pelo animador Jacob Frey de uma pequena HQ (tirinha “Perfeição”)* do artista brasileiro Fabio Coala. O Curta participou de mais de 180 festivais de filmes, é ganhador de mais de 50 prêmios.

Assista aqui o emocionante curta animado “O presente”, de Jacob Frey


Curta: The present (O presente)
Direção e roteiro (adaptação): Jacob Frey
Música: Tobias Buerger
Autor HQ: Fabio Coala
Elenco: Quinn Nealy, Samantha Brown
Disponível também no: youtube

*Perfeição: HQ do brasileiro Fabio Coala que originou o curta animação “The Present”, de Jacob Frey

 Trecho de ‘Perfeição’, tirinha de Fabio Coala que originou o curta metragem ‘O Presente’, de Jacob Frey

Site: Mentirinhas – HQ (Fabio Caola)
 

COMO O VINCULO COM OS ANIMAIS PODEM AJUDAR AS PESSOAS A SUPERAREM TRAUMAS

 
 

Todos que possuem animais de estimação exaltam que um dos principais benefícios é o amor incondicional dos animais. A alegria deles ao querer brincar com seus donos é contagiosa e cativante.

Neste curta, nos deparamos com um menino absorto em seu videogame. Isolado e solitário em seu mundo, ele recebe um presente de sua mãe. Para sua surpresa, o presente é um cachorrinho de estimação. Ele se anima inicialmente, mas a empolgação logo vai embora ao perceber que o cachorrinho tinha uma deficiência física. Apesar desta deficiência física, nada impede o filhote de pular e brincar, implorando incansavelmente que seu novo dono venha brincar com ele. Após muita insistência, o menino cede aos anseios do filhote e resolve ir brincar com seu novo amigo no quintal. Neste momento, descobrimos que o próprio menino apresentava uma deficiência física que o obrigava a usar bengalas. Uma bela história merecedora de todos os prêmios que conquistou.

Em nossas vidas todos temos obstáculos e percalços, muitas vezes dolorosos e desafiadores. Perante estas dificuldades temos duas opções a seguir: uma, desistir e se entregar, parando no tempo, estagnando na vida; ou, assumir a situação, avaliar, adaptar e encontrar a melhor solução para este problema e seguir a vida, da melhor forma possível.

No curta, o menino havia escolhido a primeira opção, ele estava isolado, revoltado com sua condição física, sem amigos, estagnado no tempo. O cachorrinho, apropriadamente com uma condição física semelhante a sua, mostrou ao menino que mesmo com deficiência, ele pode ter uma vida empolgante e feliz. Apesar de sua deficiência, ele se adaptou ao problema e encontrou soluções para continuar correndo, pulando e brincando. Foi um exemplo para o menino, que a partir de agora, retomará sua caminhada na vida.

Tudo se resume a … escolhas. Que postura você tem perante as dificuldades e contratempos da vida?

Fonte: Blog Espiral de valor

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

A verdade por trás de uma pessoa fria



Observar o que leva as pessoas a ser quem são é uma das coisas mais curiosas da vida, e eu sempre gostei de matar meu tempo com isso. Na maioria das vezes não encontro qualquer resposta: O chato é chato porque gosta de sê-lo e ponto final. Algumas coisas simplesmente são, e não se pode querer mudá-las ou mesmo compreendê-las.

Vez ou outra esse tipo de reflexão sem sentido me leva a algum lugar, como, por exemplo, enxergar a autodefesa por detrás da arrogância e a solidão por detrás da frieza. Eu não me canso de repetir: autossuficiência é afrodisíaca. Nós gostamos de estar perto de pessoas que se bastam. Agem como se não precisassem de nada nem ninguém, e isso é fascinante.

É preciso, entretanto, enxergar além: ninguém é tão autossuficiente a ponto de não precisar de amor. O amor não é dispensável nem pelo mais autêntico dos seres. Todos nós dependemos dele. Não importa se você não gosta de abraços ou declarações: Existem muitas formas de amor, inclusive as omissas, e você, decerto, precisa de alguma delas.

A verdade por detrás da frieza é uma necessidade descomunal de amor. Uma necessidade tão grande que não consegue se revelar – fica subentendida, por medo de represálias. Por medo de não saber como manifestar-se. Por medo, na verdade, de perder de uma vez só, perde-se aos pouquinhos. A frieza é a autodefesa da necessidade exagerada.

É difícil e até arriscado falar com tanto desprendimento dos sentimentos alheios – ou da falta deles. Mas é fácil reparar: Pessoas frias não sofrem da ausência de sentimentos. Elas apenas os suprimem, os guardam tão bem guardados que não conseguem compartilhá-los. E, em meio à falta de habilidade para sentir e amar, vem a solidão. Solidão que essas pessoas fazem questão de degustar – preferem o inferno da abstinência de amor, a terem que livrar-se de suas armaduras, de seus medos, de seus escudos, tamanha a dor que o desabrochar dos sentimentos lhes causa.

Frieza não é falta e nem ausência. É excesso: de amor e de intensidade. A frieza só espera um abraço espontâneo, um sentimento que transborde pelos olhos e não precise de palavras, para que possa permanecer ali – intacto – em uma redoma de monossílabos vestidos de medo, sem que se tenha que pagar o preço com a solidão dos que pensam que não sabem amar. Mas sabem. Acredite – Eles sabem.
 Autora: Nathalí Macedo

Refletindo...



Estas são as palavras de Jesus: "este mundo é apenas uma ponte. Ande! Isto não é lugar para se fazer um lar. Atravesse-a, não pare nela. Ninguém faz uma casa numa ponte." Este mundo é só uma ponte e você fez uma casa nele. Você não gosta de saber que ele é uma ponte porque então o que acontecerá a todos os seus esforços, a todo o seu trabalho, a todo o investimento, e a toda a sua vida devotada na construção dessa casa? E neste momento chega um errante e diz: "O que você está fazendo? Isto é uma ponte!"

Osho

Papa Francisco: cuidado com os cristãos que se apresentam como “perfeitos”


O Santo Padre nos alerta: coração dos hipócritas não está aberto à graça
  


Por Redação Aleteia

O Papa Francisco comentou a passagem do Evangelho de São Lucas em que Jesus dá uma resposta dura ao fariseu admirado porque Ele se senta à mesa sem ter lavado as mãos como a Lei prescrevia.

O Papa enfatiza a diferença entre o amor do povo por Jesus e o ódio dos doutores da lei, escribas, saduceus e fariseus que o seguiam para pegá-lo em alguma falta.

“Eram realmente um exemplo de formalidade. Mas faltava vida a eles. Eram, por assim dizer, “engomados”. Eram os rígidos. E Jesus conhecia a alma deles. Isto nos escandaliza, porque eles se escandalizavam com as coisas que Jesus fazia quando perdoava os pecados, quando curava no sábado. Eles rasgavam as suas vestes: ‘Oh! Que escândalo! Isto não é de Deus, porque o certo é fazer assim’. Eles não se importavam com as pessoas: para eles importava a lei, as prescrições, os preceitos”.

Mesmo assim, Jesus aceita o convite do fariseu para o almoço, porque Ele é livre e quer chegar a todos. Ao fariseu, escandalizado com o seu comportamento, Jesus responde:

“Vós fariseus, limpais o copo e o prato por fora, mas o vosso interior está cheio de roubos e maldades”.

O Papa comenta:

“Não são palavras bonitas, não é? Jesus falava claro, não era hipócrita. Falava claro. E disse a ele: ‘Por que você olha para o exterior? Olhe para o que existe dentro’. Em outra ocasião já tinha dito a eles: ‘Vocês são sepulcros caiados’. Belo elogio, não? Belos por fora, todos perfeitos… todos perfeitos… Mas, por dentro, cheios de podridão, de roubos e maldades, diz Ele. Jesus faz a distinção entre a aparência e a realidade interior. Aqueles homens são ‘os doutores das aparências’: sempre perfeitos, mas, por dentro, o que há?”.

Francisco recorda outras passagens do Evangelho em que Jesus condena essas posturas, como a parábola do Bom Samaritano ou Suas palavras sobre jejuar e dar esmolas com ostentação.

“Jesus qualifica estas pessoas com uma palavra: ‘hipócrita!’”.

São pessoas de alma gananciosa, capazes de matar.

“E capazes de pagar para matar ou caluniar, como se faz hoje. Hoje também se faz assim: se paga para dar más notícias, notícias que sujam os outros”.

Eram pessoas “rígidas”, não dispostas a mudar.

“Mas sempre, por trás de uma rigidez, existem problemas, problemas graves. Por trás das aparências de bom cristão – aparências – existem problemas. Ali não está Jesus. Ali está o espírito do mundo”.

Jesus os chama de “insensatos” e os aconselha a abrirem a alma ao amor, para que a graça possa entrar: a salvação “é um dom gratuito de Deus. Ninguém salva a si mesmo, ninguém”. Completa o Papa:

“Tenham cuidado com os rígidos. Tenham cuidado com os cristãos, sejam eles leigos, padres, bispos, que se apresentam como ‘perfeitos’, rígidos. Tenham cuidado. Não há o Espírito de Deus ali. Falta o espírito da liberdade. E tenhamos cuidado com nós próprios, porque isso deve nos levar a pensar em nossa vida. Eu costumo olhar só para as aparências? E não mudo o coração? Não abro o meu coração à oração, à liberdade da oração, à liberdade da esmola, à liberdade das obras de misericórdia?”.