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terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Filme Ser e Ter (Etre et avoir)




Ser e Ter é um filme que mostra que a educação depende em alta dose também dos educadores e que a criatividade deve ser o instrumento de toda a vivência escolar. O filme mostra a influência positiva do educador na formação do caráter de seres humanos desde a mais tenra idade. Ser e Ter, de Nicolas Phillibert, é um filme que tem corrido o mundo e encantado  pessoas de várias gerações e  profissões, desde professores, até  pais e mães e todos aqueles que, de alguma forma, estão ligados à missão de ensinar ou de estabelecer procedimentos para a educação e para o desenvolvimento.

A realização pessoal de qualquer indivíduo tem sempre em conta a sua profissão, seja ela qual for. Tudo depende do sentido com que encaramos o trabalho e quais os objetivos que pretendemos alcançar. Esta é a questão principal do filme “Ser e ter”.

A ação decorre nos anos 90, numa pequena escola francesa de província. Um professor concorrera para aquele lugar com um propósito bem determinado: ensinar. Era um desafio. Teria de lecionar na mesma sala para crianças muitos diferentes em idade, conhecimentos e até de raças, pois a mobilidade laboral já chegara à vila. As idades dos alunos variavam dos quatro aos onze anos.

Tópicos de análise:

1. O sentido do trabalho na realização pessoal de cada um.

2. Estabelecer metas e prazos é essencial para resolver os problemas concretos

3. Conhecer a realidade torna possíveis as propostas a apresentar.

4. O exemplo pessoal é o modo mais eficaz de formar os colaboradores.

Respeito não é concordar!


Respeito não é concordar. Respeito não é incentivar. Respeito não é aceitar. Respeito é só respeito!



por Wandy Luz / Revista Pazes*

Respeito e liberdade, é o que eu quero e desejo para essa humanidade que luta pela igualdade, que batalha para ser livre, mas que não aprendeu ainda, a respeitar a liberdade dos outros.

Eu desejo um mundo onde as pessoas possam ser livres em sua essência e verdade. Eu desejo que as pessoas possam amar e serem amadas da maneira que quiserem e por quem quiserem. E que o amor de uns não provoque o ódio em outros. Eu desejo de verdade, um mundo mais consciente, mais tolerante, mais sensível a dor, a imperfeição e as escolhas alheias.

Eu desejo respeito, e para isso entendo que preciso também respeitar, mesmo o que não me agrada.

Orientação sexual. Time de futebol. Escolhas políticas. Religião. Diferentes percepções. Livre árbitro.

Vamos tentar um pouquinho mais a cada dia, a respeitar as pessoas da maneira como são, mesmo que a gente não concorde com alguns aspectos de suas vidas. Não cabe a nós julgar. Repito, não cabe a nós julgar nenhuma escolha, decisão ou vontade alheia. Respeito não é concordar. Respeito não é incentivar. Respeito não é aceitar. Respeito não é obrigação de se conviver com o que ou quem você não gosta ou não concorda. Respeito é só respeito! Um valor essencial e primordial.

Respeito é entender que cada um tem uma perspectiva diferente, opiniões diferentes, e está tudo bem! As minhas opiniões, as minhas escolhas, as minhas vontades, não anulam a relevância das suas e vice versa.
Respeito é a decência de não fazer aos outros o que não gostaríamos que fizessem com a gente.

Sem respeito ao próximo não existirá respeito mútuo e sem respeito mútuo, teremos uma sociedade intolerante, agressiva e estagnada. Pois sem respeito, compaixão e tolerância, não há evolução e desenvolvimento humano.

E de nada adianta tecnologias revolucionárias se o espírito e comportamento humano continuarem na pré-história.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Trailer do filme "Music of the Heart"



Quando a paixão move as ações humanas, as realizações ultrapassam fronteiras e criam raízes sólidas que permitem a perpetuação dos resultados. Apresentem o filme “Música do Coração” para seus alunos e façam um inventário de projetos e sonhos. Perguntem aos estudantes o que eles gostariam de fazer, como isso poderia ser feito, que apoios seriam necessários. Unam forças e tentem sair do papel e realizar alguns desses projetos. Faça com que dos debates e reflexões surja uma garotada estimulada, sonhadora e realizadora. Sonhar é preciso. Realizar é fundamental.

Jesus não amava a religião. Ele amava as pessoas.


Por Luciano Cazz

“As palavras de Jesus: Amem uns aos outros assim como eu vos amei, não devem ser apenas luz para nós, mas uma chama que incendeia nossa alma.” Madre Teresa de Calcutá

Por isso, quem realmente acredita nas palavras de Jesus e tem seus valores no coração, sabe que Ele jamais aprovaria os seguintes comportamentos:


1- Destratar o ser humano

Jesus deixou claro em sua postura que devemos fazer o bem sem ver a quem. Amar o próximo como a si mesmo é o maior desafio da humanidade. Ser caridoso sem esperar nada em troca, como também reagir com silêncio à ofensa, são atitudes de almas nobres que verdadeiramente entendem a palavra de Jesus. Porque de nada adianta ajudar um mendigo com roupas velhas se viramos às costas aos nossos amigos e família. O bom coração de Jesus abdicou de muito em troca de quase nada.

2- Desrespeito a outras religiões

Jesus deixou claro que mais importante do que ter uma religião é fazer o bem. Não adianta nada ajoelhar-se diante do altar, se não somos capazes de respeitar o outro. Que serventia tem a prece, se dentro do nosso coração guardamos raiva contra quem possui outras crenças. Cada um tem sua forma de chegar até Deus, que significa amor, bondade, compreensão e perdão. Qualquer pessoa que age em desacordo com esses princípios trai qualquer religião e todos princípios de Deus.

3- Ferir em nome de um Deus

Jesus jamais se orgulharia de quem fere ou mata em nome da religião. Satisfação maior para Deus é ver uma pessoa fazer o bem em seu nome. Levar amor em Seu nome e mais do que palavras, agir em Seu nome. Se Jesus amava as pessoas, não há razão nenhuma para que os homens fomentem o ódio entre si. Nenhum terreno onde há qualquer semente do mal, pode se dizer sagrado.

4- Ódio à diferença

Jesus, que era filho de Deus, com sua alma divina, nunca teve preconceito e nem julgou seus semelhantes. Mesmo com os braços perfurados na cruz, ele pregou apenas amor e nunca o ódio. O perdão e nunca a vingança. A compreensão e nunca a retaliação. Enquanto nós discriminamos o outro por seu diferente estilo de vida, Jesus oferecia a outra face. O ódio ocupa em nossos corações um espaço que deveria ser de Deus. Aliás, um coração que realmente tem Jesus, nunca terá espaço para preconceitos.

5- Crer para ir para o céu.

Quando Jesus diz “crês em mim e abrirás as portas do céu”, Ele não quer dizer que precisamos ter uma religião. Deus é amor, então precisamos crer nos bons sentimentos e fazer o bem para ter um lugar no seu reino dos céus. Porque mais de acordo com os preceitos de Jesus está aquele que não julga e não tem maldade no coração do que aquele religioso que é incapaz de ser solidário e tem a alma escura de cólera.

6- Crimes nas Igrejas

Diante de tudo que Jesus pregou é inadmissível que testemunhemos crimes dentro de qualquer Igreja. Sejam sexuais ou de lavagem de dinheiro. Tais atentos já são gravíssimos no cotidiano das pessoas comuns, sendo praticados por aqueles que defendem as ideias divinas, têm uma expressão religiosa e uma missão sagrada, tornam-se hediondos. São inaceitáveis.! E todos nós devemos lutar juntos contra eles.

Há muita gente mascarando sua maldade usando Deus, porque muito mais do que sermos religiosos e acreditarmos na palavra de Jesus, devemos trabalhar com ela através do nosso comportamento na condução da vida. Por mais que ninguém possa perceber nossos maus sentimentos, Deus sempre será capaz de ver o que habita em nossa alma. Por isso, antes de amar sua religião, ame as pessoas. Porque se alguém é incapaz de respeitar o próximo, não é religião que lhe falta e, sim, amor no coração.


Sobre o Autor:
Luciano Cazz é autor do livro "A tempestade depois do arco-íris". Conheça o livro: https://www.amazon.com.br/dp/B076WCS3S9