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segunda-feira, 18 de maio de 2015

Tecnologias Acessíveis


Reflexão sobre o uso das Tecnologias Acessíveis


A Educação Especial marca o lugar da diferença, ao conviver com limitações humanas mais evidentes ou menos claras. Atuando em escolas comuns e especiais, descortinamos um horizonte de diversidade com suas imagens, representações e fantasmas.

Nesse sentido, a deficiência não deve ser tomada, isoladamente, como obstáculo ou impedimento que impossibilita o pleno desenvolvimento das potencialidades de uma pessoa. As restrições decorrem das estruturas excludentes e das condições objetivas dos diversos campos de atuação do contexto social. A estrutura desse módulo buscou que levar as crianças a dominar informações de diversas áreas do conhecimento e, principalmente, aprender a construir conhecimentos interagindo com as tecnologias, portanto, cabe ao professor transmitir e auxiliá-los nessas habilidades.

O princípio da integração de alunos especiais em escolas regulares consiste na igualdade de direitos, privilégios e deveres, participação ativa e interação social em ambiente o menos restritivo possível, respeitando-se as diferenças individuais. A integração escolar é um processo gradual e dinâmico que pode tomar distintas formas, segundo as habilidades e performances dos alunos. Refere-se ao processo de escolarização no mesmo grupo, de alunos com e sem necessidades educacionais especiais, durante um período ou a totalidade de sua permanência na escola.

Essas tecnologias acessíveis vêm orientar nossas ações na perspectiva de promover a educação especial no contexto do sistema formal de educação geral.
Nessa perspectiva, a integração escolar é vantajosa para todos porque propicia a renovação do sistema educacional pela incorporação da diversidade das experiências humanas. Para que isso aconteça, será necessário fomentar modalidades educacionais condizentes com as necessidades e interesses dos educandos. Além disso, a formação dos educadores deverá enfatizar amplos princípios e processos de ensino/aprendizagem, retirando o caráter meramente tecnicista e instrumental das metodologias e procedimentos didáticos. Para isso, será necessário desmontar e desaprender estereótipos, preconceitos, mitos e outros construtos erigidos pelo imperativo da exclusão daqueles considerados impedidos ou incapazes de aprender.


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