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quarta-feira, 12 de setembro de 2018

10 temas para a Redação ENEM [Exemplos]


1 – Movimentos Sociais na crise política do Brasil

Nos últimos tempos, o Brasil está vivendo num cenário muito abalado em relação a política, devido as recentes descobertas dos escândalos de corrupção realizadas pela operação lava jato. Diante dessas crises no meio político que assola o país, a população está cada vez mais disposta a tentar reverter esse quadro por meio das manifestações sociais. Dessa forma, depreende-se que o ato de se manifestar apresenta uma série de importâncias, como possibilitar as reivindicações da população, assim como também ser um instrumento que avalia a situação política no Brasil.

Em primeiro lugar, os movimentos sociais se comportam como porta-voz de um grande número de pessoas. Por meio deles, a grande massa tem a oportunidade de expor suas insatisfações e colocar em pauta o que deve ser mudado. Além disso, os movimentos sociais comportam um grande número de cidadãos, como também ganham grandes destaques na mídia, facilitando, portanto, a disseminação de suas ideias. Por isso, tais manifestações acabam sendo importantes instrumentos de mobilização para o país.

Em segundo lugar, as manifestações sociais podem servir como mediadoras da situação política no Brasil. Exemplo disso foi os “caras-pintadas” na época do governo de Fernando Collor, fundamentais para mostrar como estava o cenário político na época e, por isso, reivindicavam a saída do presidente e mudanças na administração política. Outrossim, as manifestações sociais que mobilizou o Brasil em 2015 em relação ao aumento das tarifas do transporte público evidenciou a grande insatisfação da população com a administração do poder público. Dessa forma, é evidente os efeitos do ato de se manifestar no sentido de deixar bastante nítido o descaso político ante a população.

Destarte, faz-se necessário o reconhecimento dos atos da mobilidade social no sentido de valorizar seus efeitos positivos e incentivar esse ato democrático. Para tal, é preciso a participação das instituições de ensino e do quarto poder, isto é, a mídia. Essa última deve reforçar os movimentos sociais de forma a divulgar tais eventos e disseminar as ideias reivindicadas, de forma a dar voz à população, permitindo, assim, um maior alcance das autoridades públicas. Por outro lado, as escolas devem instruir seus alunos a serem futuros cidadãos participativos do ambiente político e mostrá-los a importância das manifestações no sentido de legitimar seus direitos, concomitantemente mostrando-os a forma correta e adequada de se manifestar, isto é, sem violência e vandalismo ao patrimônio público. Assim sendo, já dizia o educador Gilberto Freyre: “Sem um fim social, o saber será o maior das futilidades”.

2 – Caminhos para acabar com o Bullying

No livro “O Cortiço”, de Aluísio de Azevedo, é retratado o grande poder que o meio exerce sobre as pessoas, tornando grande a sua influência sobre os comportamentos e as suas convivências. É inegável que na sociedade moderna as primeiras relações que as crianças criam no meio social é na escola, o que acarreta diversos problemas, já que as diferenças comportamentais e psicológicas acabam sendo ressaltadas nesses locais, necessitando medidas para combater o bullying na escola.

Em primeiro lugar, no quadro "As tentações de Santo Antão", o pintor Hieronymus Bosch inspirou sua pintura em uma ”máxima”, que era: ”nem sempre é fácil distinguir o que é bom e o que é mau”. Assim com Bosch, as crianças estão sujeitas a poluição verbal e visual diariamente, reproduzindo apelidos que geram intimidações em seus colegas de classe sem entender o real poder das palavras. Logo, é indispensável o monitoramento dos pais em relação as mídias e as redes sociais que seus filhos utilizam.

Ademais, as notas baixas e o isolamento social são sinais que caracterizam o sofrimento de quem sofre bullying no meio escolar, correspondendo a agressão física o resultado extremo dessa ação. Apesar do sociólogo polonês Zygmunt Bauman afirmar que os laços sociais estão frágeis na contemporaneidade, a escola é o lugar de maior efeito para reforçar esse laço, tanto de afeto, quando de vínculos de amizades. Certamente, os educadores devem observar a classe e ver se tem alguma criança sofrendo bullying e, posteriormente, dialogar com a turma sobre o efeito psicológico destrutivo que essa atividade causa no indivíduo.

Torna-se evidente, portanto, que medidas da família, escola e Organizações Não Governamentais (ONGs) devem ser tomadas para refutar o bullying nas escolas. Para que essa prática mude, a família precisa monitorar a criança ou adolescente para que palavras ofensivas não estejam presentes em sua rotina. Outrossim, as escolas e professores, por meio de cartilha ilustrativa, tem por ação informar os alunos que os praticantes de bullying devem ser denunciados na diretoria e, consequentemente, punidos pelo diretor escolar por sua prática. Por fim, as ONGs com seus voluntários tem o débito de fiscalizar o ambiente escolar, com a finalidade de observar se a agressão psicológica existe nesse meio, para tomar as devidas ações. Só assim a sociedade vai poder entender que o bullying é uma ação maldosa, o que Bosch notavelmente não seria capaz de perceber.

3 – Uso de armas químicas e biológicas

Ao longo do processo de formação do capitalismo, em evidência no século XVIII, houve a implementação de uma lógica que visou o desenvolvimento econômico acima de tudo. Diante disso, no século XXI, as grandes potências mundiais  ocasionam, periodicamente, conflitos respaldados em interesses nacionais, aos quais são utilizados armas químicas e biológicas para alcançá-los. No entanto, a humanidade é a mais prejudicada, pois está neste cenário de guerra, que ocasiona milhares de mortes. Dessa maneira, faz-se necessária a intervenção de instituições competentes para atenuar o problema em questão.
É notória a necessidade entender a importância da Organização das Nações Unidas (ONU) no combate ao uso de armas químicas. Segundo a ONU, é proibida qualquer produção de armas que possam vir a ocasionar destruição em massa. Contudo, a realidade rompe com esse preceito, uma vez que a produção de armas químicas e biológicas tem ganhado força. Isso ocorre em virtude do fácil acesso aos elementos necessários para a produção dessas armas. Diante disso, é válido ressaltar o uso de armas químicas para com a população protagonizado pelo exército do presidente sírio, o qual está engajado em uma guerra para manter-se no poder e perpetuar seu governo tirano.

Outrossim, é válido ressaltar a lógica humana a qual é motor para geração de conflitos. Segundo o filósofo Thomas Hobbes, o ser humano nasce ruim e por isso está envolvido constantemente em conflitos uns com os outros. Essa maldade é representada na guerra da Síria, a qual é mantida por interesses econômicos e políticos e ocasionou a morte de milhares de vidas inocentes. Ademais, o uso de armas químicas ganhou proporções desenfreadas, o que demonstra a capacidade humana de destruição ilimitada.

Dado o exposto, fica clara a necessidade em fomentar e ampliar medidas que visem a solução da problemática em questão. Portanto, a ONU deve criar uma comissão entre países não envolvidos no conflito que fiscalize e apreenda armas químicas e biológicas, ficando clara a proibição de produzi-las. Os meios midiáticos devem atuar conscientizando  a população acerca dos males da produção de armas químicas e biológicas, e incentivar o combate a elas. Por fim, ONGs engajadas na proteção a refugiados de guerra devem prestar assistência às vítimas do conflito. Assim, é possível atenuar o problema.

4 – Reforma do Ensino Médio

A Educação brasileira vem passando por muitas transformações ao longo dos anos. Conseguimos evoluir em muitos aspectos. Em termos econômicos, o país figura entre os dez maiores PIBs (produto interno bruto) do mundo. No entanto, o ensino brasileiro está muito aquém do que se espera para uma nação do porte do Brasil. Nossos indicadores educacionais nos colocam em patamares iguais às nações africanas, as quais não possuem nem de perto o nível de desenvolvimento da União. Recentemente, o governo brasileiro pôs em pauta a votação da reforma do ensino médio com a intenção de melhorar os números da educação nacional, evitar a evasão escolar e propiciar aos jovens o direcionamento de suas carreiras.

A proposta propõe unificar todas as disciplinas presentes no ensino médio, hoje mais de dez, em quatro grandes blocos. A partir dessa mudança, o formato disciplinar e educacional se tornará mais dinâmico, proporcionando maior agilidade para os discentes e docentes. Ademais, o novo formato possibilitará ao estudante direcionar seu estudo de acordo com sua aptidão e anseio para o mercado de trabalho. A consequência da alteração será dar maior eficácia ao ensino nacional, gerando maior produtividade e eficiência para a economia e melhorando, consequentemente, os índices de desemprego e massa salarial.

O formato que vigora no País está extremamente atrasado, não possui característica inovadora e sofreu poucas alterações ao longo dos últimos governos. O reflexo do baixo investimento em inovações educacionais pode ser verificado em diversos dados sobre a educação do País. O analfabetismo funcional cresce exponencialmente no Brasil contemporâneo, os mais jovens não se sentem estimulados a permanecer na escola e buscar um futuro digno, o ensino superior funciona como uma fábrica de diplomas, despreocupado em formar pensadores para a nação. Esses são apenas alguns exemplos de muitos que poderíamos elencar aqui.

O sistema educacional contemporâneo mudou e evoluiu drasticamente nos últimos 20 anos. Por conseguinte, a forma de se pensar a educação deve, necessariamente, mudar. O país precisa estar aberto às ideias que surgem para que se possa construir em um futuro breve uma nação mais rica e firmada no caráter social do trabalho. A reforma traz consigo certa resistência ao novo, à mudança. Todavia, para que se possa crescer como nação, evoluir como cidadãos e melhorar os índices educacionais, precisamos olhar os pontos fortes da mudança e entender que o melhor caminho para o Brasil sair da crise educacional e moral que vive é ter a certeza e de que a reforma proposta será benéfica para toda a população brasileira.

5 – O que falta no combate ao mosquito Aedes Aegypt?

Frequentemente os meios de comunicações de massa veiculam notícias acerca do aumento de vítimas contaminadas pelo mosquito Aedes Aegypti. Isso se dá devido à proliferação desenfreada desse vetor, que tem sua existência propiciada pela displicência do Governo e pela falta de contribuição da população para com as campanhas preventivas, que são eventuais. Para combater esse problema, faz-se necessário aderir medidas relevantes.

Antes de tudo, é válido frisar que o Governo deixa a desejar no que tange ao combate ao Aedes Aegypti. Segundo o Jornal Nacional, mais da metade da população brasileira não tem rede de tratamento de esgoto. O fato de haver pouco investimento em saneamento básico, seja em rede de tratamento de esgoto, seja em locais apropriados para o depósito de lixo, faz com que esse mosquito tenha o ambiente adequado para se disseminar. Nesse caso, é evidente que esse vetor irá se multiplicar cada vez mais, uma vez que é na água parada, como em locais que não possuem rede de tratamento de esgoto, que o Aedes Aegypti eclode.

Além disso, um grande contingente da população não contribui com as campanhas aleatórias contra mosquito. O grande índice de violência e os corriqueiros casos em que meliantes se passam por agentes de saúde para entrar nas residências e realizar assaltos fazem o indivíduo ficar receoso, prejudicando as campanhas contra o vetor, que não ocorrem durante todo o ano. Nesse ponto, o mosquito tende a disseminar-se e a infectar muitas pessoas, o que pode ficar mais alarmante, pois no ano de 2016 foram registradas 798 mortes de pessoas que foram contaminas pelo Aedes Aegypti, fato esse noticiado pela “Revista Época”.

Fica evidente, então, que o Aedes aegypti propaga-se cada vez mais, pois há condições favoráveis para sua existência, afinal, entes como o Governo não estão tomando as devidas providências. Dessa forma, o Governo deve investir em saneamento básico e em locais devidos para o depósito de lixos. Além disso, faz-se necessário investir ainda mais em pesquisas de vacina contra o mosquito. Ainda, deve garantir a segurança da população, convocando previamente as pessoas para conhecer o agente de saúde que o visitará. Por fim, deve-se fazer campanhas durante todo o ano. Assim, os veículos de comunicação irão noticiar a redução do número de infectados pelo Aedes Aegypti.

6 – Como melhorar o sistema carcerário brasileiro?

Famigerada obra de literatura – e que virou filme premiado –, o livro “Carandiru”, do escritor Dráuzio Varella, traz à tona a rotina de um médico dentro do sistema prisional brasileiro em meados dos anos 90. Após a virada do século e anos passados da época do mais famoso presídio brasileiro, o sistema prisional do Brasil mantém as críticas situações e estruturas do final do século 20. Com as precárias condições estruturais das prisões no país, alguma resolução deve ser tomada em caráter de urgência para evitar o colapso da segurança carcerária nacional.

Um exemplo atual e que demonstra a precariedade da segurança nos presídios brasileiros encontra-se nas estatísticas. Segundo relatório do Infopen (Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias), apenas o estado do Amazonas apresentou um aumento de mais de 45% de detentos em relação às vagas suportadas, ou seja, existem 45% de presos a mais do que as vagas prisionais suportam. Outra evidência de que os presídios já estão supersaturados é que (segundo o mesmo relatório) a população de presos brasileiros, entre 1990 e 2014, aumentou em 575%. Esta é outra comprovação de que, se anteriormente as celas tinham mais detentos do que espaço, atualmente a situação parece até contrariar as imutáveis leis da física.

Para tentar sanar essa crítica situação, o remanejamento de gastos públicos pode gerar resultados satisfatórios. Atualmente os governos municipal, estadual e federal estão tentando eliminar gastos com o corte de cargos comissionados e economia direta de despesas. Com o dinheiro arrecadado nessa “poupança de gastos”, este pode ser realocado com o investimento direto nos presídios, basicamente, uma tentativa de melhora na segurança nacional.

Se tomada essa medida de resolução essencial, a previsão de evolução será garantida no sistema prisional. Com o passar do tempo e com mais dinheiro sobrando, as estruturas prisionais serão aprimoradas e ampliadas, dessa forma, abre-se espaço para a contratação de novos agentes e a melhor estrutura culminará em redução de rebeliões. Com tantas modificações, é possível que seja escrita uma história de recuperação da segurança nacional, diferente da péssima realidade constatada por Dráuzio Varella.

7 – Combate ao racismo

O racismo consiste na atribuição de uma relação direta entre características biológicas e qualidades morais, intelectuais ou comportamentais, implicando sempre em uma hierarquização que supõe a existência de raças humanas superiores e inferiores. Fatores como a cor da pele ou o formato do crânio são relacionados a uma série de qualidades aleatórias, como a inteligência ou a capacidade de comando. Discursos racistas historicamente têm servido para legitimar relações de dominação, naturalizando desigualdades de todos os tipos e justificando atrocidades e genocídios.

O Brasil é um país marcado pelo racismo como sistema, uma forma de organização social que privilegia um grupo em detrimento de outro. O genocídio dos povos indígenas e o sequestro, escravização e desumanização dos africanos e seus descendentes nascidos aqui ocupam boa parte da história do país. São fatos que deixaram consequências profundas tanto na forma coletiva de pensar quanto nas condições materiais dos descendentes desses povos. Apesar de negros e pardos constituírem a maioria da população, sua presença é minoritária nas classes sociais mais abastadas, nos espaços acadêmicos, nos postos de chefia e nas profissões bem remuneradas.

O racismo sobrevive e somente com investimentos na área de educação e a punição severa para atos discriminatórios podem diminuir cada vez mais a ideologia racista predominante. A melhoria do ensino público pode diminuir a diferença entre a média da população de qualquer raça que consiga atingir o ensino superior. A educação é a arma mais poderosa que se pode usar para mudar o mundo. Como disse Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, ganhador do Nobel da paz em 1993 e primeiro presidente negro Sul-africano: Quem aprendeu a odiar pode ser ensinado a amar. Amar sempre pode dar certo.

8 – Devemos combater a automedicação?

Imagine a seguinte cena: uma idosa, que há muito sofre com dores pelo corpo, árdua e dolorosamente se dirige à caixinha de remédios e ingere uma cavalar dose do seu tradicional fármaco na tentativa de banir sua dor. A dose é tão elevada que incorre em drásticos problemas para o organismo da vítima. O que parece ser algo pouco provável de se acontecer tem uma frequência elevada em nosso país. Em dias atuais, a realidade demonstra que pela falta de informação pública e até por conta de comodismo pela facilidade de se tomar as pílulas na caixa de remédios, o indivíduo gera uma autodependência por compostos da indústria farmacêutica, ou seja, algo difícil de se engolir com toda a medicina alternativa que se expande no século presente.

Para comprovar que o brasileiro está cada vez mais “escravo” de suas necessidades químicas, basta recorrer à análise de alguns dados clínicos e numéricos. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), os maiores responsáveis por intoxicação são analgésicos, antitérmicos e anti-inflamatórios. Outro dado alarmante: o Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ) expôs que, a cada 100 brasileiros, cerca de 76 admitem que realizam a automedicação e, como fator ainda mais prejudicial, 32% destes afirmaram tomar mais de uma pílula a fim de potencializar o efeito do remédio, basicamente, a sociedade se encaminha para uma overdose de problemas.

Na expectativa de se combater a automedicação e evitar problemas de saúde futuros, a necessidade de adotar uma medida é urgente. Para tanto, uma parceria entre o Ministério da Saúde e as redes sociais seria bem-vista e bem-vinda. A função do Ministério seria a formulação de cartilhas sobre o perigo de se tomar remédios sem a prescrição médica, além de instruções (abrangendo a medicina alternativa) que ensinam métodos e preparos de receitas com compostos naturais que têm benefício sobre determinado mal-estar. Como a campanha será via internet (nas redes sociais), o custo será mínimo e a conscientização será máxima.

Partindo dessa tática, uma grande parcela das filas que ocupam o Sistema Único de Saúde (SUS) seria dispensada, já que é grande o número de pessoas vítimas de intoxicação. Dessa forma, contribuiremos para uma reeducação da sociedade brasileira e excluiremos desta o ideário de que apenas o puramente químico pode ajudar, contribuindo para que o brasileiro use de meios menos agressivos e mais baratos para a cura de seus males, tecnicamente, um ótimo custo-benefício.

9 – As redes sociais e os relacionamentos

Na atual era digital, é comum ver numa reunião de amigos que estes perdem mais tempo mexendo em seus smartphones, atualizando suas redes sociais, do que conversando uns com os outros. Dedica-se mais tempo para o virtual do que para o real, por isso muitos relacionamentos tornaram-se superficiais.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), até os divórcios aumentaram, as uniões estão menos duradouras. Além disso, percebe-se o afastamento das pessoas e o individualismo. Já não há o esforço em amar e perdoar o próximo, facilmente troca-se de amigo, namorado ou esposo. Pessoas são consideradas tão obsoletas quanto um aparelho eletrônico.

 Sobretudo, os relacionamentos são importantes, pois auxiliam no amadurecimento e na formação do caráter. Porém, como disse o escritor C.S. Lewis, amar é sempre ser vulnerável, ao amar qualquer coisa, certamente o coração vai se partir.

Logo, é interessante que nas escolas haja palestras com psicólogos, para ensinar as pessoas a gerenciar suas emoções e a lidar com as decepções, que são inevitáveis, assim como propõe o escritor e psicólogo Augusto Cury em seu livro “Treinando a Emoção Para Ser Feliz”.  De modo que as pessoas sejam mais seguras emocionalmente, saibam equilibrar a vida virtual e a real, sem deixar de se dedicar e amadurecer com as relações.

10 – Porte de armas pela população brasileira

Na atual era digital, é comum ver numa reunião de amigos que estes perdem mais tempo mexendo em seus smartphones, atualizando suas redes sociais, do que conversando uns com os outros. Dedica-se mais tempo para o virtual do que para o real, por isso muitos relacionamentos tornaram-se superficiais.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), até os divórcios aumentaram, as uniões estão menos duradouras. Além disso, percebe-se o afastamento das pessoas e o individualismo. Já não há o esforço em amar e perdoar o próximo, facilmente troca-se de amigo, namorado ou esposo. Pessoas são consideradas tão obsoletas quanto um aparelho eletrônico.

Sobretudo, os relacionamentos são importantes, pois auxiliam no amadurecimento e na formação do caráter. Porém, como disse o escritor C.S. Lewis, amar é sempre ser vulnerável, ao amar qualquer coisa, certamente o coração vai se partir.

Logo, é interessante que nas escolas haja palestras com psicólogos, para ensinar as pessoas a gerenciar suas emoções e a lidar com as decepções, que são inevitáveis, assim como propõe o escritor e psicólogo Augusto Cury em seu livro “Treinando a Emoção Para Ser Feliz”.  De modo que as pessoas sejam mais seguras emocionalmente, saibam equilibrar a vida virtual e a real, sem deixar de se dedicar e amadurecer com as relações.


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